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terça-feira, 22 de julho de 2014

Abertas inscrições para curso de pós-graduação gratuitos

A Universidade Estadual do Maranhão, por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação – UemaNet, abre inscrições para cinco cursos de pós-graduações gratuitas, na modalidade a distância. São elas: Ensino da Genética, Psicologia da Educação, Gestão Pública, Gestão Pública Municipal e Gestão em Saúde.

As inscrições acontecem até o dia 09 de agosto de 2014 e podem ser feitas pelo site www.uemanet.uema.br, onde os interessados podem conferir também o edital. Na página o candidato escolhe o curso desejado e preenche o formulário, além disso, deverá entregar até essa data, no Polo da Universidade Aberta do Brasil - UAB, onde o curso será ofertado e em que pretende se matricular, a documentação constante no Edital e um currículo simplificado que justifique o interesse pela especialização.

A Seleção será realizada por meio da análise do Curriculum Vitae e da documentação necessária. A divulgação do resultado ocorrerá no dia 20 de agosto de 2014 na mesma página de inscrição.
Ambos os cursos terão duração de 18 meses.

Sobre os cursos

Ensino da Genética - São 420 horas e 280 vagas distribuídas nos seguintes polos: Caxias, Codó, Coelho Neto, Dom Pedro, Fortaleza dos Nogueiras, Grajaú, Humberto de Campos, Imperatriz, Porto Franco, Santa Inês, Santa Quitéria, São João dos Patos, São Luís, Timbiras, Bacabal e Açailandia. 

 Psicologia da Educação – São 450 horas e 310 vagas distribuídas nos polos de: Caxias, Codó, Coelho Neto, Dom Pedro, Fortaleza dos Nogueiras, Grajaú, Humberto de Campos, Imperatriz, Porto Franco, Santa Inês, Santa Quitéria, São João dos Patos, São Luís, Timbiras, Colinas, Timon e Balsas. 

Gestão Pública – Com 420 horas, serão ofertadas 235 vagas em oito polos: Coelho Neto, Santa Inês, Santa Quitéria, São João dos Patos, São Luís, Timbiras, Açailandia e Timon. 
Gestão Pública Municipal – Com 420 horas, serão ofertadas 85 vagas em três polos: Coelho Neto, Santa Inês e Santa Quitéria.

Gestão em Saúde – Totalizando 420 horas, serão ofertadas 135 vagas em cinco polos: Santa Inês, São João dos Patos, São Luís e Bacabal. 

As especializações fazem parte do Programa da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil – SECAD/UAB/CAPES.

Ascom Uema 

Vendas de livros cresceram 4,13% no ano passado, mostra CBL

Agência Brasil 

A comercialização de livros no país cresceu 4,13% no ano passado, em relação a 2012, segundo pesquisa da Fundação de Pesquisas Econômicas encomendada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). O levantamento consultou 217 editoras, representando 72% das editoras do país.
Segundo a pesquisa, foram vendidos 279,66 milhões de exemplares em 2013, ante 268,56 milhões comercializados no ano anterior. As vendas ao governo brasileiro, que adquire os livros por meio de programas, tiveram alta de 20,41%, totalizando 200,3 milhões em 2013. No ano anterior, 166,35 milhões de exemplares haviam sido comprados.

O principal programa, o Plano Nacional do Livro Didático foi responsável por 1,253 bilhão de faturamento do setor, uma alta de 14,22% em 2013 ante o ano anterior. Considerando toda a compra de exemplares por parte do governo, o faturamento foi 1,474 bilhão, uma alta de 12,04%.
Já o faturamento total das editoras brasileiras teve crescimento real de 1,52% no ano passado, em comparação com 2012, somando R$ 5,35 bilhões. Sem descontar a inflação, o aumento foi 7,52%. A pesquisa considerou a inflação medida pelo IPCA.

O preço médio corrente dos livros, ou seja, descontada a inflação, cresceu 1,7%. No preço médio constante, que desconsidera a inflação, houve queda de 4%. Desde 2004, a pesquisa mostra uma tendência de diminuição nos valores constantes.

A venda de e-books teve alta de 225,13% em 2013, em relação a 2012. Apesar do aumento considerável, o segmento respondeu por menos de 1% do faturamento total das editoras.

Karine Pansa, presidenta da CBL, acredita que o fraco desempenho do setor reflete a conjuntura econômica do país, que demorou a passar pela crise financeira que afetou primeiro os países europeus. De acordo com ela, a CBL não fez uma projeção para as vendas e o faturamento neste ano. "É prematuro falar em acréscimo ou decréscimo. O ano está sendo atípico para todo mundo, com a falta de dias úteis. As editoras precisam se movimentar e buscar novos modelos, como nichos virtuais", declarou.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Projeto cria carreira de assistente de advocacia para graduados não aprovados no Exame da OAB

Um projeto recém-apresentado pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) cria uma nova alternativa para graduados em Direito que são proibidos de exercer a profissão de advogado por não cumprirem o requisito de aprovação no Exame da OAB. De acordo com o PLS 232/2014, esses bachareis poderão atuar como assistentes de advocacia, prestando auxílio aos advogados, que ficariam responsáveis por sua supervisão, ou ainda como mediadores.

Ao justificar a proposta, Crivella argumenta que os bachareis não aprovados no Exame da OAB podem ser encarregados de tarefas como levantar fatos e provas; fazer contato com clientes; organizar reuniões; e auxiliar em questões de informática e administração interna.

Segundo o autor, a profissão de assistente de advocacia inspira-se em atividades semelhantes existentes nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra. Nos EUA, onde são conhecidos como "paralegals", esses profissionais somam quase 280 mil.

Pelo projeto, os assistentes de advocacia seriam inscritos em quadro próprio na OAB, pagando anuidade correspondente a 60% do valor devido pelos advogados. Eles também poderiam integrar sociedades de advogados e receber honorários.

Entidades representativas estimam que existam no Brasil pelo menos 2 milhões de bachareis em Direito sem carteira de advogado, o que, segundo Crivella, tornou-se um importante problema social. "A maioria jovens, sem profissão definida, com baixa autoestima e uma velada reprovação familiar. O problema não é mais pessoal, mas sim social. O trabalho como assistente pode ser uma alternativa", diz o senador.

O PLS 232/2014, que aguarda apresentação de emendas antes de ser distribuído a relator, tramita em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Exame de Ordem

O Exame da OAB é tema de vários projetos em tramitação no Senado. O PLS 397/2011, do senador Eduardo Amorim (PSC-SE), propõe validade de três anos para a primeira etapa do exame (prova objetiva), o que permitiria a candidatos aprovados nessa fase entrar diretamente na segunda (prova prático-profissional). Atualmente, a OAB prevê o aproveitamento do resultado na primeira etapa somente no exame subsequente.

O projeto aguarda votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde tem parecer favorável da relatora, Ana Amélia (PP-RS).

A proposta mais polêmica, porém, é a simples extinção do exame, prevista na PEC 1/2010, do ex-senador Geovani Borges. Pela proposta de emenda à Constituição, o diploma de graduação legalmente reconhecido é suficiente para a atuação profissional. A PEC foi rejeitada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em 2011, mas houve interposição de recurso para que fosse votada em Plenário, o que ainda não ocorreu.


Agência Senado

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Ucrânia acusa separatistas russos de derrubarem avião


Um avião da Malaysia Airlines, que partiu de Amsterdã com destino a Kuala Lampur, perdeu contato nesta quinta-feira (17/07) quando sobrevoava o Leste da Ucrânia. Acompanhe aqui as últimas atualizações sobre o caso (no horário de Brasília).

16h27 - Segundo o site Flightradar24, que monitora rotas aéreas, um Boeing 777 da Singapore Airlines e um Boeing 787 da Air India estavam a cerca de 25 quilômetros de distância da aeronave da Malaysia Airlines no momento em que ela desapareceu do radar.

Singapore Airlines SQ351 (B777) and Air India AI113 (B787) were about 25 km from #MH17 when it disappeared. pic.twitter.com/BVDMlqGOjG

— Flightradar24 (@flightradar24) 17 julho 2014

16h15 - De acordo com o site Flightradar24, que monitora rotas aéreas, as companhias aéreas evitam usar o espaço aéreo ucraniano e utilizam o búlgaro e turco, após o desastre com a aeronave da Malaysia Airlines.

Less flights over Ukraine. More flights over Bulgaria and Turkey after #MH17 pic.twitter.com/tsGx7NRXtg
— Flightradar24 (@flightradar24) 17 julho 2014

16h00 - A companhia americana Delta Airlines afirmou também que suas aeronaves não vão mais usar o espaço aéreo ucraniano "por precaução". Ao mesmo tempo, a empresa disse que está monitorando a situação envolvendo o voo MH17, da Malaysia Airlines.

15h33 - O presidente americano, Barack Obama, ofereceu assistência aos agentes que investigam as causas da queda do avião da Malaysia Airlines. Pelo menos 22 cidadãos americanos estariam a bordo da aeronave.

15h26 - O chefe da agência de controle de tráfego aéreo da Ucrânia informou para jornalistas que os pilotos da aeronave não reportaram nenhum tipo de problema durante o voo. "O voo sobre o espaço aéreo ucraniano progrediu sem nenhum problema."

15h22 - De acordo com o chanceler francês, Laurent Fabius, ao menos quatro franceses estavam no voo MH17, que realizava a rota Amsterdã-Kuala Lampur.

15h20 - Além da Air France, outras companhias aéreas europeias como Lufthansa e British Airways decidiram realizar uma rota alternativa para não terem que sobrevoar a mesma região onde a aeronave da Malaysia Airlines caiu. Em abril, o Departamento Federal de Aviação dos EUA (FAA) declarou que a zona de conflito na península da Crimeia não deveria ser usada por pilotos de empresas aéreas e pilotos americanos. Uma ordem similar também foi dada em abril pela Organização Europeia para Segurança Aérea (Eurocontrol).

15h10 - O presidente russo, Vladimir Putin, ofecereu suas "profundas condolências" ao primeiro-ministro malaio, Najib Razak, sobre o acidente com o avião da Malaysia Airlines na Ucrânia.

14h53 - O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, acredita que separatistas pró-Rússia teriam abatido o Boeing 777 da Malaysia Airlines, e qualificou o ato como "ato terrorista", escreveu o porta-voz Svyatoslav Tsegolko no Twitter. "Este incidente não é uma catástrofe. É um ato terrorista."

14h50 - O ministro do Interior da Ucrânia, Zoryan Shkyryak, disse que a queda do avião da Malaysia Airlines deixou mais de 300 mortos. Entre eles, 22 cidadãos dos Estados Unidos. A informação é da agência russa Interfax. Antes, a companhia aérea havia informado que 295 pessoas estavam a bordo.

14h46 - O comentário de um comandante da autoproclamada "República Popular de Donetsk" numa rede social sugere que os separatistas teriam acertado a aeronave da Malaysia Airlines por engano ao acreditarem que se tratava de um grande avião de transporte do exército ucraniano. "Nós tínhamos alertado (as forças armadas ucranianas) para não voarem em nossos céus", teria afirmado o comandante, de acordo com a agência de notícias AFP.

14h29 - A França pediu que as companhias aéreas do país evitem o espaço aéreo ucraniano, após o desastre com a aeronave da Malaysia Airlines. Segundo o ministro-adjunto dos Transportes, Frederic Cuvillier, as empresas aéreas devem evitar o espaço aéreo ucraniano "até que as razões por trás da catástrofe sejam conhecidas."

14h15 - Tanto o governo ucraniano quanto os separatistas pró-Rússia negaram terem abatido o avião.

14h00 - Por telefone, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, informou o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a queda do avião.

13h54 - Por enquanto, sabe-se que o avião caiu em algum ponto próximo à fronteira da Ucrânia com a Rússia. O Boeing 777 da Malaysia Airlines estaria levando quase 300 passageiros. As especulações, até aqui não confirmadas, são se que a aeronave teria sido abatida.

13h52 -Pelo Twitter, circulam fotos de supostos destroços do avião.

These are new images of the MH17 wreckage from Russian television. @ABC Special Report: http://t.co/N8rNl1EnQp pic.twitter.com/W077iDZn4D
— Gio Benitez (@GioBenitez) 17 julho 2014

13h30 - "Nós não descartamos que esse avião tenha caído", disse o presidente ucraniano.

13h25 - O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, garantiu que o Exército de seu país não fez qualquer disparo na região onde o avião teria caído. Ele nega qualquer alegação de que a Ucrânia tenha derrubado o Boeing da Malaysia Airlines, mas não descarta que o voo realmente tenha sido atingido.

13h20 - A agência Interfax diz que o avião caiu a cerca de 30 quilômetros da fronteira russa.

13h10 - A aeronave desaparecida é um Boeing 777. O avião é do mesmo tipo e da mesma empresa, a Malaysia Airlines, do voo MH370, que desapareceu em março no mar e até hoje não foi encontrado.

13h06 - Segundo a agência de notícias Reuters, que cita um funcionário do Ministério do Interior ucraniano, o avião foi derrubado por um míssel disparado por militantes pró-Rússia. Não há, porém, qualquer confirmação oficial.

13h05 - Segundo a agência de notícias AFP, o presidente da Ucrânia admitiu a possibilidade de que a aeronave foi derrubada.

13h00 - Segundo a agência russa Interfax o avião, com 295 pessoas a bordo, caiu perto da frontreira com a Rússia.

12h55 - A única informação oficial divulgada até agora, pela Malaysia Airlines, é de que o avião está desaparecido. A empresa diz ter perdido contato com a aeronave quando ela sobrevoava a Ucrânia.


FONTE: DW