O mundo festeja a eleição do primeiro "negro" à presidência dos Estados Unidos, a mídia jornalística comemora como se fosse esse um marco da democratização racial na história da humanidade. Será mesmo? Hugo Chávez primeiro negro eleito na Venezuela, Evo Morales primeiro descendente indígena eleito na Bolívia, Michelle Bachelet primeira mulher presidente no Chile, são exemplos de pioneirismos na América Latina, que não tiveram um destaque na mídia internacional. Claro que não dá para comparar esses países latinos americanos aos Estados Unidos, principalmente em interesse do mundo europeu ocidental, mas não dá para negar fatos tão importantes, exemplos para o mundo todo. O mundo ainda espera a eleição da primeira mulher presidente dos Estados Unidos, ignorando todas as lideres dos outros países como Alemanha, Argentina, Chile, etc. Parece que enquanto não acontece no país mais "democrático" do mundo, não há o que comemorar, não há importância, o mundo vive à sombra dos EUA.
Enquanto a Obama, negro de alma branca, para aqueles que são fãs do presidente ianque. Leiam o texto do jornalista Walter Rodrigues no blogue colunao, com o título de "O discurso do mulato Obama".
É... no começo tudo são flores...
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