A imprensa espera providências por parte do corpo administrativo das universidades envolvidas e em algumas delas a solução foi a extinção do trote, mesmo assim ainda há vítimas todos os anos dessa "brincadeira". A solução mais salutar seria uma união entre docentes, discentes e sociedade em geral para banir esse tipo do comportamento, essas atitudes acéfalas de trogloditas travestidos de estudantes universitários. Não é banir o trote, mas promover uma forma mais inteligente de recepcionar calouros entusiasmados com a vitória no vestibular.
Nas universidades da região nordestina não há notícias que ocorram esse tipo de situação, aqui no Maranhão, os trotes não passam de uma tinta no rosto e um pedágio na porta da UFMA. Na UEMA, o curso de Letras costuma recepcionar seus calouros com música, poesia, apresentação de professores, entregas grade curricular, horários e etc. Maneira muito mais eficaz de dar boas vindas, mais humana e inteligente, um exemplo a ser seguido pelo resto do país.
Verdade que a aplicação de trotes já tem um longo historico e que com certeza, inumeras noticias como as atuais, ainda serão ouvidas. A solução não é banir os trotes das universidades. O problema não é o que se faz, mas quem o faz. Falta uma conscientização e é ai que temos que agir. Absurdo dezenas de pessoas olharem o acontecido e ninguém apontar o culpado. Isso é cumplicidade. Por mim, descobriria-se os "culpados" e os expulsaria da universidade. Os cumplices também devem ser punidos. Uma universidade deve formar antes de professores, medicos e/ou advogados, cidadãos conscientes e preocupados com o outro. Independente de ser fabrica de diploma ou não, o bom senso deve prevalecer e o respeito ao proximo deve prevalecer em primeiro lugar.
ResponderExcluirAbraços e parabens pelo blog.
* deve permanecer em primeiro lugar.
ResponderExcluir