

O futebol maranhense encerrou suas atividades no dia 24 de novembro, com a final do campeonato maranhense, no qual o Moto Clube sagrou-se campeão. Mas, passada a euforia do momento, dirigentes, torcedores, jornalistas, procuram contabilizar os prejuízos da atual temporada. A busca de uma solução parece ter sempre o mesmo fim, PLANEJAMENTO. Todos são unânimes em bater nessa tecla, então por que a priori não existe o tal, planejamento? A baixa média de público, o fracasso dos clubes maranhenses nas competições nacionais, falta de patrocínios, são alguns dos resultados de uma administração amadora, que envolve dirigentes, imprensa e federação.
Retrospectiva do futebol Maranhense 2008
A temporada começou em clima de incerteza, tudo porque o CREA-MA (Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia) resolveu tomar medidas urgentes contra a falta de pára-raios nos estádios do nosso estado e interditou as praças esportivas que não estavam adequadas às exigências do órgão estadual.O laudo do estádio Nhorzinho Santos não foi entregue dentro do prazo determinado e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) determinou que o jogo do Maranhão Atlético fosse disputado em Bacabal, no estádio Correião. Além disso, a segunda vaga da copa do Brasil foi disputada nos tribunais desportivos, o Imperatriz sagrou-se campeão do 1º turno e disputou o título de campeão estadual com o Maranhão Atlético, mas na pontuação geral, o Bacabal teve 01 ponto a mais e exigiu sua participação na copa do Brasil, alegando que o regulamento estabelecia critérios de pontuação geral. O STJD (Supremo Tribunal da Justiça Desportiva) determinou que o Imperatriz Esporte Clube fosse o segundo representante do estado na Copa do Brasil, isso depois de dois meses de muita contestação e revoltas. A Taça Cidade iniciou no dia 10/02 com o clássico Samará (Sampaio e Maranhão) com a vitoria do time maqueano por 2x1. Na Copa do Brasil, o bode Gregório alem de perder o primeiro jogo por 2x1 para o São Caetano ainda foi eliminado da competição por conta com 08 jogadores irregulares, provavelmente um recorde mundial de incompetência administrativa. Para maiores detalhes deste fato acesse o site colunas.imirante.com/zecasoares/2008/02/page/7/. Após a longa novela judicial, o Imperatriz estreou na Copa do Brasil com um empate em 2x2 com o Sport – Re, no jogo de volta é goleado por 4x1, se serve como consolação alguns meses depois o time pernambucano seria o campeão da Copa deste anos.
Depois do fracasso na Copa do Brasil, as atenções se voltaram para a Taça Cidade de São Luís, que indicaria os representantes maranhenses na série C deste ano. O Sampaio Correia começou a competição acumulando 03 derrotas consecutivas, a competição seguia com liderança do caçula São José do Ribamar, seguido de Moto e Mac. No interior, Bacabal e Imperatriz dominavam a competição sem nenhum problema, na volta do turno o Sampaio venceu os três jogos restantes e conseguiu se classificar para a fase final da competição junto com São José de Ribamar, Bacabal e Imperatriz. O Bacabal tornou-se campeão da Taça Cidade com o Sampaio Correia em segundo, sendo estes, os representantes do estado no Campeonato Brasileiro da terceira divisão. Os grupos dos times maranhenses estão disponíveis no site http://colunas.imirante.com/zecasoares/2008/05/page/22/ .
No campeonato da série C, o Bacabal foi eliminado logo na primeira fase. O Sampaio seguiu até a terceira fase, quando terminou a competição entre os 16 melhores e garantiu vaga para o ano que vem, na mesma competição. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) confirmou a criação da série D, já para 2009. Cada estado terá direito à apenas uma vaga na competição, com isso o futebol maranhense desce mais degrau na escala do futebol brasileiro.
No campeonato Maranhense, o Moto Clube foi campeão do primeiro turno deixando o Sampaio no segundo lugar. No segundo turno, o Sampaio recusou-se a disputar algumas partidas, atrasando assim a realização de alguns jogos. Depois de muita confusão, o Sampaio decidiu o segundo turno com o Bacabal, empatando o primeiro jogo em 0x0 e vencendo o segundo por 2x0 em casa. O Moto Clube ficou um mês parado, perdeu o treinador para o futebol português e por falta de dinheiro mandou nove jogadores embora. Na decisão do campeonato o favoritismo do Sampaio era evidente, mas comprovando o que diz seu hino ("Oh, Moto surpreendente, time de fibra e de garra...") o Moto vence o primeiro jogo por 1x0 e o segundo jogo por 2x1 de virada, ganha seu 24° título estadual e aproxima-se do Sampaio que tem 30.
O amadorismo em nosso futebol
Com fim do Campeonato Maranhense, encerra-se a temporada do nosso futebol e começa as queixas dos dirigentes dos clubes. Reclamam dos prejuízos alcançados ao longo da temporada, da falta de planejamento, da falta de apoio do governo e empresas, da falta de torcedores nos estádio e etc. Parece Vale a pena ver de novo, todo ano é a mesma coisa, torcedores, dirigentes, jornalistas, discutem o que pode ser feito para melhorar a situação do nosso futebol, são várias idéias, algumas ótimas, mas a maioria ou nenhuma é colocada em prática. Como mudar isso?
Para algumas pessoas como Roberto Fernandes, comentarista da rádio mirante, o ideal seria uma completa renovação, de idéias, pessoas e conceitos. A imprensa reclama dos dirigentes, que por sua vez reclamam da federação, que diz fazer tudo de acordo com a vontade dos clubes, respeitando assim, a "democracia". Apesar do presidente da FMF (Federação Maranhense de Futebol), Aberto Ferreira, esta há mais de 14 anos no poder e já ter sido "eleito" para um mandato que vai até 2014. A situação em nosso gira em torno desse esquema abaixo:
FEDERAÇÃO AMADORA --> CLUBES AMADORES --> IMPRENSA AMADORA
Na Federação
Para começar façamos uma breve abordagem sobre a FMF (Federação Maranhense de Futebol). O presidente como já foi dito, tem se mantido no poder contra a vontade da maioria dos clubes. Então, como ele consegue isso? Elementar, meu caro Watson, não são apenas os clubes "profissionais" que votam para eleger o presidente da federação, mas também clubes amadores e ligas intermunicipais financiadas pela federação. O pior é o que os votos dessas instituições são paritários, ou seja, o voto do Sampaio, maior vencedor de estaduais, tem mesmo valor, do Real Sociedade, time amador da Vila Janaína. Democrático, não acham? Mas seria justo? Outro absurdo, é o fato do ex-diretor técnico, o falecido Jámenes Calado, que ele não aceitava trabalhar com computador(maluquices da modernidade), sendo que os ofícios da CBF são enviados por email e muitas vezes o diretor técnico da federação não recebia as informações, pois ficava esperando a correspondência via fax ou sedex. Talvez por isso, o Maranhão tenha sido eliminado da Copa do Brasil, com nada menos que 08 jogadores irregulares, provavelmente o pessoal da federação tenha enviado a lista dos jogadores através de sinais de fumaça e como estava nublado alguns nomes foram perdidos. Além disso, não existe na federação nenhum assessor de imprensa, você tem que falar com a empregada de um dos diretores da federação, que geralmente não entendem muito de futebol, mas tem um ouvido muito bom (os jornalistas conseguem bons furos com elas). E o departamento de marketing? O presidente não acredita nisso, acha que é perda de tempo, afinal ele é um gênio do promoção do futebol, é só reparar os grandes investimentos que ele atraiu nos últimos anos, são tantas empresas patrocinando o futebol, que não existe nenhuma placar de patrocínio nos estádios do Maranhão. Calendário? Na contra-mão de todas as federações do Brasil, o campeonato maranhense é disputado no segundo semestre, trazendo alguns probleminhas(nada que atrapalhe):
1. Mudança da data dos jogos à Foram pouquíssimas as datas mantidas, desde a elaboração da tabela até o término do campeonato, o segundo turno começou, mas o Sampaio só estreou quando foi eliminado do Campeonato Brasileiro série C, ou seja todos os clubes do estado jogaram e ficaram até dois meses esperando a Bolívia querida terminar sua participação no brasileiro.
2. Essas mudanças de datas, na maioria das vezes em cima da hora, vão de encontro ao que estabelece o estatuto do torcedor, ao não permitir mudanças com menos de 48 horas antes dos jogos e sem ampla divulgação nas mídias. Juraci Viera Filho, locutor esportivo, diz que muitas vezes, ficou sabendo da antecipação do jogo, horas antes da partida começar. Isso conseqüentemente traz prejuízos para clubes, torcedores e imprensa, a desinformação é uma constante da Federação.
3. Poucos são os jogadores que aceitam vim jogar no estado, pois nessa época a vitrine do futebol passa a ser o campeonato brasileiro das séries A, B e C. E aqueles que vêm, geralmente não são atrativos para os torcedores, pois tecnicamente não acrescentam muita coisa ao nosso futebol.
4. A concorrência com o campeonato brasileiro deixa pouco espaço na imprensa nacional, deixando assim pouca ou nenhuma visibilidade para o Maranhão no cenário nacional. Sobre isso, Roberto Fernandes diz que o material é enviado para a Globo – RJ, mas não tem espaço, pois a Taça Cidade é desconhecida para eles, não havendo assim interesse em mostrá-lo.
Nos clubes
O que veio primeiro o ovo ou galinha? No futebol maranhense essa é a pergunta mais repetida pelos amantes do futebol, fica sempre a dúvida, o campeonato é ruim porque os torcedores não vão ao estádio ou os torcedores não vão ao estádio porque o campeonato é ruim. Assim como a entidade gestora do futebol, a maioria dos clubes não possui assessoria de imprensa e nem departamento de marketing, o que causa uma série de problemas, informações desencontradas, pouca acessibilidade às informações, pouca visibilidade do clube, etc. Os dirigentes não possuem departamento de marketing, porque não acreditam que isso traga retorno, pelo contrário acreditam que custa muito caro. Com certeza eles ainda não ouviram falar do São Paulo, Barcelona, Real Madrid, entre outros que tem no marketing seu apoio econômico principal.Mas nem todos pensa assim, o diretor técnico do Moto Clube, Evandro Marques, acredita que um investimento pesado no planejamento publicitário, iria resolver os problemas financeiros do clube. Mas as boas idéias só estão na cabeça de quem não tem poder para mudar, pois apenas alguns dias após o título do estadual desse ano, ele esperava um contato do atual presidente Gil Cutrim para pagar os últimos compromissos com jogadores e fornecedores, e também agendar uma viagem a São Paulo com o objetivo de firmar uma parceria com o São Paulo Futebol Clube, mas isso dependia da permanência ou não do presidente, que alguns dias depois, renunciou ao cargo e o Moto ficou sem comando. O Papão do Norte possui vários sites, nenhum deles é oficial, todos foram criados por torcedores apaixonados, que entregaram aos dirigentes rubro-negros, estes nunca atualizaram a página da web (moto.club.vilabol.uol.com.br). O Sampaio Correia vem tentando modificar isso, seu presidente Sérgio Frota, organizou um departamento de marketing e tem a pretensão de profissionalizar o tricolor, sua página na Web é a única dos times maranhenses, que é atualizada diariamente, sob a responsabilidade do jornalista Edvan Fonseca, não faz feio aos sites de outros clubes do futebol nacional (o site é www.sampaiocorreiafc.com.br). Já o Maranhão Atlético Clube, segundo Juraci Viera Filho, pagou uma pequena fortuna para uma empresa especializada em paginas da web, o site ficou pronto e a última atualização foi registrada em agosto de 2004, não existe hoje ninguém responsável pelo site (o site é www.maranhaoatletico.com). Os clubes do interior ficam na dependência financeira dos prefeitos, quando estes investem chegam a forma bons times, a exemplo do Bacabal Esporte Clube, que trouxe nomes conhecidos como Sérgio Manoel, Sorato, Yan, Donizeti Amorim, entre outros. O imperatriz campeão em 2005, não repetiu as boas campanhas quando o prefeito deixou de financiar a equipe, a segunda cidade mais importante do estado não consegue ter uma equipe forte no estadual de futebol, sem apoio financeiro do poder municipal.
Na imprensa
E a imprensa nisso tudo? A cobertura do futebol maranhense fica praticamente restrito às transmissões dos jogos dos clubes maranhenses pelas rádios. Não há nenhuma reportagem, as grandes emissoras de TV, se restringem a divulgar os gols da rodada, a internet conta com pouquíssimos sites especializados sobre futebol maranhense, encontrei apenas um blog de esporte, o do Zeca Soares (Mesmo assim, o futebol maranhense divide espaço com o futebol nacional). As rádio, na sua maioria, não possuem mais equipes esportivas, elas arrendam o espaço para equipes independentes. As rádios Mirante e Capital são as únicas que contam com equipes de esportes permanentes, assim consegue produzir muitos programas esportivos com freqüência diária. Mas os próprios cronistas esportivos admitem o amadorismo da imprensa local, profissionais desqualificados e mau pagos são cada vez mais comuns. Roberto Fernandes explica que isso acontece justamente porque a maioria das emissoras de TV e rádio não querem mais equipes esportivas, o que acontece hoje é um arrendamento de horário, ou seja, qualquer pessoa com dinheiro suficiente pode criar uma equipe e fazer cobertura "jornalística" do futebol. A falta de patrocínios faz com que haja uma relação pessoal e comercial entre profissionais da imprensa e dirigentes de clubes, fica quase impossível haver criticas ao trabalho desse "patrocinador". Alguns jornalísticas parecem esgotados, cansados dos mesmos erros todos os anos. Sobre isso Roberto Fernandes comenta: "É preciso renovar a crônica esportiva, repensar a relação entre imprensa e dirigentes, as equipes de transmissão esportiva trabalham sem recursos e para transmitir jogos tem que pedir favores para o político B ou C, a maioria dos profissionais não trabalham de carteira assinada, o repórter tem correr atrás noticia e também do comercial para se pagar, isto leva a essa relação, formando um circulo vicioso, imprensa amadora, clubes amadores, federação amadora". Juraci Viera Filho acrescenta: "A imprensa não pode criticar sem apontar uma sugestão para melhorar, não podemos apenas deturpar, deteriorar o produto futebol, pois dependemos disso para sobreviver e sustentar nossas famílias". Roberto Fernandes revela seu pouco entusiasmo em continuar militando no esporte: "O que mais chateia é a mesmice, todo ano, a mesma coisa, os mesmos problemas, os mesmos erros, isso cansa. Apenas não desisto de vez, porque muita gente da minha equipe ficaria desempregada, continuo em respeito a eles".
Mudanças urgentes
O que fazer para mudar esse quadro? A resposta parece simples, PLANEJAMENTO. E o mais rápido possível, resgatar a credibilidade do futebol junto aos torcedores maranhenses, buscar parcerias, vender a marca do campeonato maranhense e tratá-lo como um produto vendável. E para resgatar a credibilidade, a Federação Maranhense de Futebol poderia começar divulgando os números exatos de torcedores que vão ao estádio, nas fotos abaixo verificamos o estádio lotado.
O estádio possui capacidade para 22.000 pessoas, mas o borderô do site da oficial da federação maranhense de futebol (www.futebolmaranhense.com.br) apresenta um público de 9.146 pessoas, veja:
Será que o estádio encolheu? O certo é que no mínimo 16.000 torcedores estavam presentes. Isso não a primeira vez que acontece, a fama de divulgar números duvidosos sobre o público e renda fez com que os grandes clubes do Rio e São Paulo, já não queiram jogar aqui. Nos últimos dois anos, os jogos de nossos times tem sido contra São Caetano, Atlético – Pr, Sport – RE, ou seja times de menor expressão. No entanto, tecnicamente bem mais fortes que os times locais, o que causa um prejuízo em dobro, pois não levam um grande público aos estádios e ainda eliminam nossos times da Copa do Brasil. Mesmos com tantos equívocos a torcida maranhense demonstra sua paixão pelo futebol, a final do campeonato maranhense concorreu com jogos decisivos do campeonato brasileiro transmitidos ao vivo pela TV aberta, não apresentou grandes craques, não houve promoções com sorteios de carros, eletrodomésticos, etc. E mesmo assim um grande público presenciou a vitória do Moto Clube perante o Sampaio Correia. Será preciso mesmo grandes sacrifícios para atrair o torcedor ao estádio? Acredito que um bom planejamento, com uma tabela enxuta, sem mudanças, menos jogos, seja um bom começo. Outra medida importante seria trata o futebol como produto, que bem trabalhado pode trazer frutos para várias pessoas, gerando milhares de empregos diretos e indiretos. Como assim? Diretamente ganham, Federação, Clubes, Jogadores, Treinadores, Jornalistas e os outros profissionais diretamente envolvidos com o futebol. Indiretamente ganham vendedores ambulantes, lojas de departamentos, comércio nas imediações dos estádios, etc. Exemplos de como fazer tem aos montes no nosso futebol, antes de 1993 não haviam tantos torcedores das equipes paulistas em nosso estado, hoje dificilmente você sai na rua e não encontra várias pessoas com camisas de São Paulo, Palmeiras, Santos, Corinthians e até São Caetano, isso aconteceu depois de um grande investimento no marketing, o que levou grandes investidores para o futebol de São Paulo e claro, as transmissões ao vivo dos jogos para todo o Brasil do Campeonato Paulista ajudaram bastante a difundir essa marca. A matéria-prima, temos de sobra, basta ver quantos jogadores do estado estão na primeira divisão, sobre isso Juraci Vieira Filho comenta: "Fiz levantamento rápido nesse final de ano e descobri que tivemos 12 jogadores na série A, 14 na série B e mais 50 na série C do Campeonato Brasileiro, desses a grande maioria não passou por nenhum clube maranhense".
Os jogadores brasileiros para o futebol europeu são como pedras preciosa e por falta de organização de nossos clubes, os clubes europeus através de seus representantes acabam levando nossos jogadores de graça. Mais ou menos o que acontece com a Nigéria, maior produtor mundial de diamantes, com uma das populações mais pobre do planeta. Sem organização e planejamento, não adianta marketing, assessoria de imprensa, dinheiro, etc. Continuaremos a nadar nesse marasmo sem fim e logo não restará torcedor, pois os que restam estão morrendo sem deixar herdeiros. A maioria do amantes do futebol em nosso estado estão preferindo assistir aos jogos nos bares da cidade, que colocam TVs transmitindo os jogos de canais fechados, trajando camisas de times de outros estados e se comportando como se estivessem em um estádio. Será um grande desafio trazer esse torcedor aos estádio de verdade e transformá-los em torcedores dos times locais, mas a união entre federação, clubes e imprensa esportiva, todos em unidos em uma causa coletiva, deixando de lado vaidades, individualismo, ganância, e todos esses elementos que vêm atrapalhando nosso desenvolvimento futebolístico. A esperança é a última que morre.
Você sabe que sou "analfabeta" nessas questoes relacionadas ao futebol, mas quero te parabenizar pelo texto e te elogiar, afinal todo o teu esforço valeu a pena.
ResponderExcluirÉ um texto crítico e consistente em relação as ideias. Voce tem o dominio de conhecimento necessario para falar sobre tal tema.
[Será que esse tem empatia por este tema? rsrs]
Ótimo texto mesmo, parabéns, SÁBIO jornalista!! rsrs
bjos de sua fã numero 1...
rsrs
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirOlha so , eu gostei, so achei o começo meio tedioso.. mas achei bem informativo. Deu pra sair menos desinformada em relação ao futebol do Maranhão rs
ResponderExcluirÈ .. Sem planejamento, com um presidente que vivia na época da pedra polida e dirigentes que se comunicam por sinal de fumaça ... Vamos Longe hein?
parabéns pela reportagem ( e principalmente pelo esforço)